domingo, 11 de janeiro de 2015

Nervosismo de repórter da Rede Globo em Paris chama atenção e a transforma em alvo de críticas

Jornalistas sabem que não é fácil fazer coberturas ao vivo, mas o trabalho de Cecília Malan (foto), correspondente da Rede Globo em Paris na cobertura dos recentes ataques extremistas, tem chamado atenção nas redes sociais e também entre seus colegas. Tudo porque é nítido o nervosismo da repórter no ar. Durante uma das entradas no "Jornal Hoje" a âncora se mostrou assustada e por vezes olhava ao redor, alegando que qualquer barulho já deixa a todos tensos. Da mesma maneira, o modo como transmitiu as notícias, de forma lenta e excessivamente pausada, enquanto traduzia direto do celular, pareceu estranho a quem assistia. Em outro momento, confessou: "Nunca ouvi um tiro em toda a minha vida". E também se queixou da falta de internet.
Cecília Malan faz um bom trabalho como correspondente, sim, mas não se pode negar: não tem experiência em coberturas desse porte e, neste caso, faz toda a diferença. Marcos Uchoa, Sonia Bridi, Zileide Silva, Helter Duarte fariam diferente.
No estúdio, Evaristo Costa parecia ansioso e acabou se atrapalhando algumas vezes.
No "Jornal Nacional", a repórter justificou. "Pavor. Jamais imaginei que faria uma cobertura de tiroteio em Paris".
É fácil criticar estando de casa digitando em notebooks, PCs na mais absoluta calma. Será que alguns desses jornalistas que estão criticando o trabalho da Cecília Malan conduziria melhor a transmissão ao vivo estando na linha de tiro como ela estava?

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