terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Ibope consolidado segunda (22/02/2016) na Grande São Paulo


Média-dia (7h - 23h59m): 17.2 pontos
Programa Pontos Horário Posição
Hora Um 06 pontos 5h - 6h 1º
Bom Dia Brasil 11 pontos 7h30m - 8h50m 1º
Mais Você 8.5 pontos 8h50m - 10h10m 1º
Bem Estar 08 pontos 10h10m - 10h50m 1º
Encontro com Fátima Bernardes 8.5 pontos 10h50m - 12h 1º
Vídeo Show 11 pontos 14h - 15h10m 1º
VPVN (Caminho das Índias) 17 pontos 16h45m - 17h55m 1º
Malhação: Seu Lugar no Mundo 18 pontos 17h55m - 18h30m 1º
Êta Mundo Bom! 25 pontos 18h30m - 19h15m 1º
Totalmente Demais 31 pontos 19h35m - 20h30m 1º
Jornal Nacional 31 pontos 20h30m - 21h15m 1º
A Regra do Jogo 37 pontos 21h15m - 22h30m 1º
Big Brother Brasil 16 30 pontos 22h30m - 22h55m 1º
Tela Quente (Elysium) 20 pontos 22h55m - 0h25m 1º
Jornal da Globo 10.5 pontos 0h25m - 0h55m 1º
Agenda Proibida 08 pontos 0h55m - 2h 1º

Média-dia (7h - 23h59m): 8.4 pontos
Programa Pontos Horário Posição
Balanço Geral SP 05 pontos 6h - 7h30m 2º
SP no Ar 08 pontos 7h30m - 8h55m 2º
Fala Brasil 08 pontos 8h55m - 10h 2º
Hoje em Dia 07 pontos 10h - 12h 2º
Balanço Geral SP 10 pontos 12h - 14h45m 2º
Prova de Amor 08 pontos 14h45m - 15h50m 2º
Chamas da Vida 05 pontos 15h50m - 16h35m 3º
Cidade Alerta 09 pontos 16h35m - 20h40m 2º
José do Egito 14 pontos 20h40m - 21h35m 2º
Jornal da Record 08 pontos 21h35m - 22h40m 2º
Xuxa Meneghel 05 pontos 22h40m - 0h10m 3º
Bates Motel 03 pontos 0h10m - 1h15m 3º

Média-dia (7h - 23h59m): 6.5 pontos
Programa Pontos Horário Posição
Jornal do SBT (manhã) 03 pontos 6h - 8h 3º
Carrossel Animado 03 pontos 8h - 08h30m 3º
Mundo Disney 04 pontos 8h30m - 10h30m 3º
Bom Dia & Cia 06 pontos 10h30m - 14h30m 3º
Casos de Família 6.5 pontos 14h40m - 15h35m 3º
Cuidado com o Anjo 08 pontos 15h35m - 17h25m 2º
Teresa 08 pontos 17h25m - 18h40m 3º
A Dona 08 pontos 18h40m - 19h45m 3º
SBT Brasil 06 pontos 19h45m - 20h30m 3º
Cúmplices de Um Resgate 10 pontos 20h35m - 21h30m 3º
Carrossel (desenho) 09 pontos 21h30m - 21h40m 3º
Carrossel 08 pontos 21h40m - 22h15m 2º - Record
Programa do Ratinho 08 pontos 22h15m - 23h30m 2º
Máquina da Fama 5.5 pontos 23h30m - 0h35m 2º
The Noite 3.5 pontos 0h35m - 1h35m 2º
Jornal do SBT Noite 02 pontos 1h35m - 2h30m 2º
Okay Pessoal 02 pontos 2h30m - 3h15m 2º

Média-dia (7h - 23h59m): 2.7 pontos
Programa Pontos Horário Posição
Café com Jornal 0.7 ponto 7h30m - 9h30m 4º
Jogo Aberto 03 pontos 11h10m - 13h 4º
Os Donos da Bola 03 pontos 13h - 14h15m 4º
Os Simpsons 03 pontos 15h - 16h15m 4º - RedeTV!
Brasil Urgente 05 pontos 16h15m - 19h20m 4º
Jornal da Band 05 pontos 19h20m - 20h25m 4º
Fatmagül: A Força do Amor 04 pontos 20h40m - 21h30m 4º
A Liga 01 ponto 23h - 0h10m 4º
Jornal da Noite 0.8 ponto 0h10m - 1h 4º

Média-dia (7h - 23h59m): 0.9 ponto
Programa Pontos Horário Posição
Melhor Pra Você 0.8 ponto 9h30m - 12h 5º
A Tarde é Sua 03 pontos 15h - 17h 5º
Você na TV 1.5 pontos 17h - 19h 5º
TV Fama 0.9 ponto 19h - 20h40m 5º
RedeTV News 0.9 ponto 22h - 22h45m 5º
Superpop 0.9 ponto 22h45m - 0h05m 5º

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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

"Programa do Jô" acaba no final deste ano: "Foi um belo caminho", diz

Principal talk show da história da TV brasileira, o programa de Jô Soares (foto) vai acabar no final deste ano. A temporada que estreia em 28 de março será a última. A decisão foi anunciada na última quinta-feira (18) em reunião da cúpula da Rede Globo com diretores da área artística e autores de novelas. Quem deu a notícia foi Ricardo Waddington, diretor de gênero responsável por atrações como o "Amor & Sexo", "Domingão do Faustão" e "Altas Horas" - além do próprio "Programa do Jô".
Jô confirma a informação. "Já estava combinado havia dois anos, desde que eu renovei contrato", diz. Segundo o apresentador, reuniões nas próximas semanas deverão esboçar como será a despedida da atração. "São 28 anos de programa de entrevista. Foi um belo caminho", constata.
O futuro do apresentador e humorista ainda não foi discutido. Jô Soares tem contrato com a Globo até o final deste ano e pode renová-lo mesmo com o fim de seu talk show. Aos 78 anos, ele não pensa em se aposentar. "Claro que não vou parar de trabalhar, mas ainda é muito cedo para saber o que vou fazer", adianta.
O fim do "Programa do Jô" não chega a ser uma surpresa. Desde o primeiro semestre do ano passado, a emissora já trabalha em um projeto para substituí-lo, um talk show de Marcelo Adnet. A atração deve estrear no segundo semestre em edições semanais, na chamada terceira faixa de shows da emissora  (antes do "Jornal da Globo"). No ano que vem, deve ocupar a vaga do Jô (ou dividi-la com outro programa). O programa de Adnet terá banda, esquetes e sofá, mas receberá apenas um convidado por edição. Um piloto foi gravado com o ator Mateus Solano.
A direção da Globo vem se preocupando com o "Programa do Jô" desde 2014, quando o talk show passou a ter a concorrência de Danilo Gentili no SBT e a sofrer derrotas eventuais no Ibope. Naquele ano, uma pneumonia afastou Jô do programa durante cinco semanas. Jô voltou mais frágil, sem o vigor de antes no comando das entrevistas, avaliam fontes na emissora.
Mesmo assim, no final de 2014 a Globo renovou contrato com o apresentador por mais duas temporadas. Seu talk show voltou ao ar em 2015 levemente reformulado. O sexteto de músicos virou quarteto e o auditório encolheu.
Jô Soares atua na televisão desde o final dos anos 1950. No começo da década de 1960, trabalhou como produtor do primeiro talk show brasileiro, comandado por Silveira Sampaio. Em 1970, após o sucesso no humorístico "Família Trapo", na TV Record, foi contratado pela Globo. Durante cinco meses, em 1973, apresentou seu primeiro talk show, o "Globo Gente". O projeto não vingou, mas Jô não abandonou o sonho. Em 1987, após comandar programas de humor bem-sucedidos na Globo, foi contratado pelo SBT, onde, a partir de 1988, tocou o "Jô Soares Onze e Meia", com o mesmo formato do "Programa do Jô", que apresenta na Globo desde 2000.






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"O ‘BBB’ é para dar diversão, não é eleição presidencial", diz Boninho

O “Big Brother Brasil” muda nesta terça (23), pela primeira vez desde 2002, o sistema de votação para eliminação dos participantes.
Os votos pela internet passam a ser divididos pelas cinco regiões do país. Será atribuído um ponto para o candidato que conseguir maioria simples em cada uma delas. Também valerá um ponto a soma dos votos por telefone e SMS. Quem tiver mais pontos no total, é o eliminado.
A mudança, antecipada pela coluna, gerou polêmica nas redes sociais, por acontecer no meio desta edição, o que poderia indicar alguma falha no atual sistema.
Boninho, diretor de núcleo da Rede Globo e responsável pelo programa há 14 anos, rebate a “teoria da conspiração” e comenta o episódio do estudante que acessou o número de votos pelo site da emissora, caso revelado pela Folha.
Leia a entrevista:

★
 
Por que mudar a votação?
O "BBB" tem um ciclo de jogo que se renova toda terça, com a eliminação. Queríamos mudar, desenvolvemos o novo sistema, mas precisávamos ter um controle de entrada [de votos] maior. Semana passada tivemos 66 milhões de votos. Achamos que estava na hora de mudar.

Não dava para anunciar antes?
Daria confusão avisar um mês antes que mudaria com o fim do horário de verão. Agora, discutir a teoria da conspiração do "BBB" é… posso dizer, nem minha mãe confia [risos]! Se o jogo fosse combinado, teríamos os maiores atores do mundo, porque saem do "BBB" e não contam nada. Se não têm nada para contar a favor de uma teoria da conspiração, é porque não tem. Não vamos correr esse risco, a TV Globo não vai correr esse risco.

A mudança prejudica quem já foi eliminado?
Não, não muda nada. A gente quer é que o Brasil se veja um pouco mais representado, que brinque mais. A última votação, por exemplo, foi apertada no sul. Agora, quem é de lá e votou não vai se sentir morrendo na praia.

Não se preocupavam antes com essa representatividade?
As tecnologias mudaram, a internet mudou, a TV mudou. A gente tem que mexer em várias coisas no programa, nas formas, no conceito, nos candidatos. Tem que cutucar, dar um barato a mais para as pessoas brincarem. A nova votação é uma ferramenta que permitirá às pessoas brincarem mais. Esquece qualquer relação com política, eleição. O "BBB" é uma brincadeira de votar como e quantas vezes quiser.

A votação de fã-clubes distorce os resultados? É um dos motivos para a mudança?
Com quase 70 milhões de votos, não há fã-clube que resista, há uma multidão assistindo. Quando o programa pega bem, como neste ano, é incontrolável o ódio ou amor das pessoas por ele. As torcidas são válidas, mas há mais gente controlando isso. A Vanessa ganhou não foi pelo movimento das Clanessas [torcida organizada]. Foi também por esse movimento, o que é muito diferente. Na minha cabeça, o que a gente dá é diversão, não é eleição presidencial.

Como vê o caso do jovem que acessou os números de votos?
Essa questão de tecnologia é de outro departamento. A informação que tenho é que não há 100% de chance de ele ter entrado, que alguém pode ter repassado informações.

A votação regional está ligada de alguma maneira à audiência?
Não, a gente tá atacando e olhando o jogo. Se a gente quisesse representar [todas as regiões], a gente daria peso, teria que mexer por outras razões. Aí viraria uma caixa-preta. Mas não tem isso. Todos os votos são contados, aparecerá o número de votos e o percentual. Vai ser possível ter uma visão do que andou, dos movimentos regionais. Por exemplo, um cara de Salvador que quer defender o participante da cidade dele, vai ver no final o resultado dos votos na sua região e dizer: “meu esforço valeu” ou “não valeu”.

Você disse que esta 16ª edição pegou. Por que isso aconteceu?
A gente aposta em tudo, o que vai montar de prova, no elenco. Tudo isso junto tem que dar liga. Como a gente lida com pessoas, faz uma seleção exaustiva de quase um ano, às vezes a química funciona por um lado, não funciona por outro. A gente não escreve o “Big Brother”, a gente corre atrás do “Big Brother”. E a gente está correndo atrás.

Como renovar um programa há tanto tempo no ar?
Tem que trabalhar, pesquisar, achar o elenco. A gente trabalha o ano inteiro, é um programa que, como dizia o Chacrinha, não acaba quando termina. A gente está pensando o tempo todo. Já estamos agora falando de como será a casa do “BBB” 2017.






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Acredite se quiser: Brasil tem 14 redes de televisão regulamentadas

Todos nós, de forma simplista, mas completamente imprecisa, entendemos ou consideramos como redes de televisão apenas as principais, Globo, Record, SBT, Bandeirantes e Rede TV! e, com boa vontade, alguma coisinha ou outra a mais que isso.
Algo que, no rigor da lei, é uma conceituação das mais enganosas e das mais distantes da realidade.
Está sentado? Hoje no Brasil existem exatas 14 redes de televisão. Este é o número correto e que por certo nos surpreende, porque a maioria dessas geradoras, com emissoras e repetidoras em todo o país, está nas mãos de religiosos. Ou porque eles alugam daqueles que têm as concessões ou porque são mesmo donos no papel.
É um número impressionante. Poucos se deram tão bem quanto Edir Macedo, que usa a madrugada para a sua igreja, mas no restante do dia faz a Record se comportar como uma TV – quase - normal. Pelo menos até a página 2 é isso. O exemplo contrário ao dele é o do R.R. Soares (foto) que faz da sua Rit um templo em horário quase integral.
Não sei se é possível saber se existe algo de podre no reino da Dinamarca, mas com certeza o número de mistérios entre céu e a terra é maior do que imagina a vã filosofia.

Durma com isso

Leitor deste espaço preocupado com essa desproposital ocupação religiosa consultou o Ministério das Comunicações.
A resposta, em letras de forma, foi que não há nada de ilegal: "Não existe qualquer hipótese de restrição à veiculação de conteúdo religioso por parte das entidades outorgadas".






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